rolaram umas coisas muito jecas no show. por exemplo:
- (eu, chegando na muvuca) "já pensou se a fila estiver lá no parque gigante"? a fila estava muito depois do parque gigante.
- não tomamos cerveja, tomamos a lagger.
- eu fui tirar uma foto deitado no gramado e meti a mão num catarrão.
- (enquanto o paul não aparecia) "vamos puxar uns gritos aí pra ver se cola". não colou.
- eu me estabacando no chão enquanto tentava colocar o primo distante na cacunda.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
retornando
fiquei distante uns dias me preparando e depois me recuperando do show do paul. fica até meio foda de escrever sobre isso porque foi muito mais foda do que a minha capacidade consegue descrever. só me cabe dizer que quando ele tocou something, paperback writer, i've just seen a face e blackbird foi extra foda.
ps.: o primo distante tem as imagens. cobrem ele antes que ele perca o celular.
ps.: o primo distante tem as imagens. cobrem ele antes que ele perca o celular.
sábado, 6 de novembro de 2010
pra não fazer feio (última parte)
parei de postar o "pra não fazer feio" porque, pelo amor do cristo crucificado, como são irritantes as manifestações de tietagem dos gaúchos. quando vi aquela faixa no parcão ("welcome blablabá, os gaúchos te saudam" ou algo assim) larguei de mão. se o show não fosse de quem é eu já estaria puto com isso.
pequenas coisas que fazem valer o dia

tava chegando na escola ontem quando passou por mim uma colega minha cheia de tralhas para vender no brechó que ia acontecer. entre a cacarecada, tinha uma pilha de lps que eu, por hábito, já parei pra dar um confere. e não é que lá no meio estava perdido um disco que eu já tô há um tempão procurando, o primeiro disco da tracy chapman. fiquei muito feliz, e olha que era antes das nove horas da manhã!
o além
terminei de ver o lost e este último episódio me fez pensar sobre uma das coisas da vida que mais me incomodam: a morte. essa coisa de além nunca foi tranquila pra mim porque acho que sou uma das pessoas menos espiritualizadas do mundo. esse assunto surgiu na minha infância de uma maneira tão opressiva que eu decidi só não pensar mais em deus ou deuses ou em buda. só sei que isso me apavora porque, racionalmente (embora esse assunto não envolva racionalidade), não consigo acreditar em nada que as religiões mostram. por outro lado, me é ainda mais difícil conceber o nada após a morte, no caso de realmente não haver nada. aliás, o ateísmo contém um certo paradoxo, porque até para acreditar que realmente não existe nada quando acaba a vida é necessário um certo tipo de fé.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Me caiu os butiá do bolso
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Vô botá os cabrito pra mamá, testada no pau do nariz, soco no coração, chapa nos peito...
Cara eu sempre que vejo esse vídeo me mijo de rir. É o melhor away na minha opinião.
"AAAAiiiiiiAAaaaaIIII
- Ai é o caralho, dá um tempo, morô, tõ te dando um jeito aqui"
PS: As reportagens do Carlos Calhorda também são bem dignas do jornalismo brasileiro.
"o cerco aos pedófilos se fecha, semana passada foi aprendido 8 computadores com material pedófilo, em todo o Brasil"
Pena que não tem mais
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Tô ficando foda
Agora a pouco vi um filme - "A Ilha do Medo" - do Scorcese e descobri o que rolaria nas primeiras cenas. Descobri o mistério muito cedo e tudo aconteceu exatamente como eu tinha previsto, até o que cada personagem seria. O filme é bom, não é tipo nota 10, mas vale a pena perder duas horas da vida vendo ele. Pior de tudo que não é a primeira vez que isso acontece, e está ficando mais e mais frequente.
Foda do filme é que é sobre loucura, e sempre saio com a cabeça meio transtornada depois desses filmes. Meio que entro na onda da loucura de cabeça.
Em tempo, aproveitando a vibe mãe Diná, meu palpite pro assassino da novela das 8 é o Mauro (o Rodrigo Lombardi). Eu nem vejo a novela, e nem sei qual a explicação, mas como ultimamente a moral desses mistérios das novelas é só surpreender, sem se preocupar patavinas com a história, tá marcado meu palpite. Também se eu acertar, como diria a canção, I'm one in a million...
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)



