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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

era isso ou assistir o fantástico


caralho! é muito chato esse filme aí, o tetro! e o que mais me encheu o saco foi o quão pretensioso o filme me pareceu. flash back pra cá, cenas coreografadas pra cá e deu a impressão de que o diretor não tinha mais para onde ir quando colocou uma reviravolta de novela mexicana para conseguir terminar. mas estava escrito na caixa que era um filme em preto e branco do francis ford copolla rodado em buenos aires e estrelado pelo vincent gallo, não posso dizer que os indícios da frustração não estavam lá.
isso me fez pensar que realmente o adjetivo cinéfilo não pode ser colocado próximo ao meu nome. realmente não sou um amante da sétima arte. ainda que alguns filmes tenham sido importantes para a minha vida, minha expectativa nunca vai além de ter bom entretenimento. isso faz de mim uma anta? provavelmente sim...

sábado, 6 de agosto de 2011

quinta-feira, 19 de maio de 2011

acampamento na fila para a estreia


se eu tivesse cabelo, até deixava crescer para fazer um topetinho e tirar onda no cinema. super-ultra-master-afudê! é meio foda ser fã de alguém que não existe, mas eu sou muito fã do tintin! só espero que o filme não seja uma bosta...

domingo, 6 de fevereiro de 2011

qual que é?


eu tava pensando numa coisa esses dias. como é de domínio público, tem uma cacetada de filmes sendo rodados nos últimos tempos que os roteiros são adaptações de graphic novels, quadrinhos. não falo nem dos filmes como homem-aranha, hulk, homem de ferro e essas outras coisas, mas de filmes que, a princípio, tem pelo menos uma remota preocupação em não ser puro entretenimento. é o caso de marcas da violência (de david cronenberg), estrada para a perdição (de sam mendes), old boy (não lembro o nome do diretor), de o curioso caso de benjamin button (do david fincher, embora esse seja antes baseado num conto do scott fitzgerald), pra falar em filmes de alguns diretores tidos como "sérios".
então, diante disso, eu me pergunto: são os quadrinhos que são muito bons ou os roteiristas é que tão ficando uns bostas mesmo? não me considero uma pessoa isenta sobre este assunto para chegar à uma conclusão.

domingo, 23 de janeiro de 2011

foda


para quem tá afim de assistir a uma ultra sequência de fudição, taí a dica. só não foi mais foda que pagar 14 reais para assistir o filme em um cinema com vagalumes. fodelanças à parte, o ricardo darín é muito foda. ops!

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

nostalgia no telão

uma coisa que me deixa um pouco nostálgico é curtir um cinema no domingo, no final do dia. acho que isso acontece porque durante um tempo eu ia no cinema sem preocupação nenhuma para segunda-feira, encerrava o final de semana com chave de ouro.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

la revolución


cara, machete é a maior sequência de atrocidades que eu vi na minha vida. tem uma mulherada disposta a dar pro danny trejo sem muita conversa, a lindsay lohan pagando peitinho (?), uma parada de carros de mexicano (aqueles que saem pulando) e um montão de mortes na base do machete - é claro - e dos mais variados tipos de armamento. sem falar que aparece o mestre supremo da pancadaria, o steven seagal, chamando todo mundo de puñeta. uma arriada tamanho família.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

é o bicho (not)


fui no cinema assistir o filme acima, esperando ver alguma coisa como distrito 9, que eu achei muito foda. que nada. é um troço muito sem cabimento, tipo, chegam uns aliens (estilo padrão de aliens destruidores do cinema de ação) arrepiando nos eua e arrasam com tudo. aí o pessoal fica atucanado, começa a reação do exército americano mas não adianta, todo mundo se fode. no final, a heroína reconhece o cérebro do seu namorado que foi transplandado para o corpo de um monstrão dentro de uma nave com toda a população do mundo sendo massacrada e o filme acaba.

ps: até a tradução é uma merda. um personagem diz que vai no "walt" (um senhorzinho que mora no apartamento ao lado do dele) e o tradutor entendeu "vault". o resultado é que a fala fica "eu vou no cofre", sendo que se tem uma coisa que não aparece em momento algum é o tal do cofre, só o apê do velhinho citado. este entre outros erros igualmente grotescos que até alguem com um inglês de telecurso 2000 como eu pode perceber.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

um dia um pouquinho mais triste (mas só um pouquinho)



quando sutil vira sinônimo de esnobe e escracho sinônimo de baixaria, morre um cara legal que traduzia bem aquilo que me faz dar risadas. podem me chamar de pateta que não tem problema, porque o que vale mesmo é rir sem fazer esforço.

ps.: já assisti os três filmes "corra que a polícia vem aí" em sequência, foi muito afudê ter seis horas de leslie nielsen num domingo!

domingo, 28 de novembro de 2010

R.I.P. Leslie


Descanse em paz, Leslie

P.S.: O Muchacho tem uma história um tanto engraçado que tem a participação do Leslie Nielsen, não sei ele contará, mas é boa.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

dois lados da moeda


terminei de ler hoje um livro sobre o qual comentei esses dias, "homens e ratos" do john steinbeck. sabe quando você toma aquela tijolada? pois é, acho que fiquei alguns minutos de cara quando terminei o livro. a história trata da crueldade e da compaixão que existem nas relações humanas, e de como elas andam próximas.
na onda do comparatismo, lembrei de um filme que eu vi faz um tempo, chamado o oitavo dia. a mesma relação entre uma pessoa "lúcida" e outra dita "insana" (com sindrome de dawn, para ser mais preciso neste caso) também aparece, mas de forma menos árida.
no entanto, as duas obras oferecem, a quem tiver vontade, uma boa reflexão sobre a dificuldade de lidar com o "não convencional", sem melodrama ou martirização.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Tô ficando foda

Agora a pouco vi um filme - "A Ilha do Medo" - do Scorcese e descobri o que rolaria nas primeiras cenas. Descobri o mistério muito cedo e tudo aconteceu exatamente como eu tinha previsto, até o que cada personagem seria. O filme é bom, não é tipo nota 10, mas vale a pena perder duas horas da vida vendo ele. Pior de tudo que não é a primeira vez que isso acontece, e está ficando mais e mais frequente.
Foda do filme é que é sobre loucura, e sempre saio com a cabeça meio transtornada depois desses filmes. Meio que entro na onda da loucura de cabeça.

Em tempo, aproveitando a vibe mãe Diná, meu palpite pro assassino da novela das 8 é o Mauro (o Rodrigo Lombardi). Eu nem vejo a novela, e nem sei qual a explicação, mas como ultimamente a moral desses mistérios das novelas é só surpreender, sem se preocupar patavinas com a história, tá marcado meu palpite. Também se eu acertar, como diria a canção, I'm one in a million...

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

"Se quer me fuder então me beija antes..." ou mais um pouquinho de Tropa de Elite 2

Como é bom ver um filme em que o pessoal se liga no argumento. Argumento são as falas das personagens. Muita gente boa derrapa nisso aih, dando mais atenção pra trama em si, mas o pessoal do TP se liga muito. Parece que eu to vendo aquelas pessoas numa conversa que tu encontra por aí, é ultra real. E parabéns pros atores que compraram a idéia também.


domingo, 17 de outubro de 2010

Porque quem quer rir, tem que fazer rir...

Finalmente vi o Tropa de Elite 2, depois de muito penar para achar uma sessão. O Muchacho já comentou sobre o filme, e concordo até com as vírgulas da opinião dele. Realmente é muito foda assistir o filme, porque sim, o filme é muito bom, mas como diz o letreiro antes de começar a primeira cena "Apesar de parecer muito com a realidade, essa é uma história de ficção.".
Os atores tão muito, mas muito bem e pra mim o cara chave do filme é o Capitão Fábio (MIlhelm Cortaz, aliás que nome é esse?? Quem no Brasil que tem um nome como o dele). Tu olha pro cara e vê um monte de Capitão Fábio por aí. Como diz a Dita, esposa do Muchacho, o brabo é a malandragem disseminada por aí, que mata qualquer boa intenção que se tenha. O Capitão Fábio não é o vilão, até é um tanto simpático, engraçado, mas por outro lado, o caráter ( ou a falta dele) fluído fode toda uma cadeia de ações que estava rolando. E acho que acima do tom político da história, pra mim, foi isso que mais bateu.

domingo, 10 de outubro de 2010

faca na caveira e niilismo


hoje fui ao cinema preparado para assistir um "filme de ação" com cara brasileira, mas o que encontrei vendo tropa de elite 2 foi um tapa na cara. mano, diante da sequência, o primeiro filme parece coisa de criança. na minha modesta opinião, de quem não entende picas de cinema, enquanto o primeiro "tropa" era uma coisa mais "documental", o segundo é um filme extremamente "político", panfletário até. a moral não é mais contar "que o problema existe e agimos assim". agora, é dizer que "o problema existe e que, a menos que a coisa mude radicalmente em todos, tá todo mundo fodido". de forma meio paradoxal, o segundo filme encerra a polêmica criada no primeiro, sobre o tratamento que a "vagabundagem" merece ter. o problema é que isso acontece através de uma narrativa de violência exacerbada, tanto no que se fala como no que se mostra, e como se mostra. e pensando nisso, enquanto assistia o filme, fui ficando com o meu cú na mão, porque sei que todos os meus alunos vão assistir esse filme (mesmo que não devessem) e o que vai ficar não vão ser os questionamentos sobre a podridão do "sistema", conforme as palavras do capitão nascimento, e sim a semi-verdade de que as coisas se resolvem na base da violência, em consonância com aquilo que eles presenciam todos os dias. resumindo: quem produziu tropa de elite 2 tentou uma denúncia de forma muito ousada e competente, ouso dizer (reforçando que cinema não é o meu forte e salientando que existem algumas coisas no filme que podem ser uma pequena "forçada de barra", tipo o que acontece com o wagner moura e tal). porém, esta intenção corre sobre o fio de uma navalha afiadíssima, ou talvez seja só eu que não acredito mais no brasil.