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domingo, 14 de agosto de 2011

feliz dia dos pais!


especialmente àqueles que não encerraram sua participação após aquela fatídica foda.

ps.: eu não fico mais bonito de costas?

sábado, 6 de agosto de 2011

sábado de sol




depois de uns vinte dias sem ver a cara do sol direito, a família trapo se reuniu para ir ao zoológico (ao pampa safari de gravataí, para ser mais preciso). tava bem bom!

ps.: se liga na cara de louco com uma barba de três meses.

domingo, 19 de junho de 2011

no meio da loucura encontramos...


... algumas coisas divertidas para contar.

quarta feira pude ver a final da libertadores (mentira, só vi o primeiro tempo e dormi no segundo) porque não trabalharia na manhã seguinte, os professores fizeram um dia de greve em gravataí. enquanto assistia, tomei essa cerveja da foto. no bico.

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ontem fui jantar na casa do padrinho do theo. momentos de selvageria. comi a costela de porco mais bem assada e macia da minha vida. é que o namorado da irmã do padrinho do theo (entendeu?) faz aquele curso de gastronomia da unisinos e é talentosíssimo. inacreditável. como o theodoro é filho de quem é, estourou a tanga também e passou a madrugada inteira pedindo água.

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queremos comprar um cachorrinho para o theo que, aliás, anda uma peste. isto somado à minha falta de paciência é igual a um conflito.

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definitivamente a minha cara de pobre e fodido é muito perceptível. concluí isso porque no mundo dos negócios eu sempre estou no campo da parte lesada (ou em vias de ser).

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o theodoro é cagão que nem o pai. fomos andar de roda gigante e ele ficou bem durinho.

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e assim vamos. até daqui a alguns dias...

terça-feira, 7 de junho de 2011

quarta-feira, 18 de maio de 2011

retire seu prêmio na farmácia mais próxima

tinha esperança de ganhar na dupla-sena que correu ontem. não rolou, só a dupla febre. será que não tem um prêmio pra isso?

domingo, 8 de maio de 2011

no embalo do dia das mães


taí um bom trabalho feito por uma delas.

padecendo no paraíso



não tô muito inspirado pra fazer um belo discurso pelo dia das mães. só posso dizer o que interessa: parabéns para a minha esposa que é uma mãe tão dedicada e amorosa para o theodoro. se eu tivesse procurado alguém só para ter um filho comigo, não teria encontrado uma mãe tão boa como ela. parabéns, amor. não só pelas coisas boas que o theo nos trouxe, mas por aguentar tão bem as poucas e boas (nem tão poucas, nem tão boas) que passamos juntos por ele - e por me aguentar também, o que não é fácil.
também quero dar os parabéns para a minha mãe, sempre tão dedicada e preocupada, que até hoje me ajuda de montão. beijo, mãe. e parabéns a todas às mães que ainda colocam boas pessoas no mundo.

ps.: a música acima não tem nada a ver com o dia das mães, mas é uma boa música mesmo assim. acho que serve como homenagem.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

onti e ontonti

estávamos conversando entre uma devassa e outra sobre as bobagens que todos faziam um tempo atrás quando saíam à noite. bebedeira, torração de dinheiro, peregrinação por mil lugares durante a madrugada e por aí vai. claro que tava todo mundo muito saudoso disso, porque estas bobagens rendem graça até hoje. o engraçado é que, por mais saudoso que eu fique, não sinto vontade de fazer as mesmas coisas hoje. como é certa aquela moral que diz que com o tempo algumas coisas perdem a graça. elas perdem mesmo, ainda que eu tenha vontade de sair mais do que me é permitido pelas circunstâncias, não troco por nada a companhia da minha esposa e do meu filho, embora às vezes não demonstre.



mas vontando à adolescência tardia, uma das vezes que me lembro e sempre acho graça foi quando fui me enfiar em laguna (sc) para fazer um concurso para professor, nem me lembro se já era formado na época. aí, para não ir sozinho, o primo distante e um outro amigo foram junto para dar um apoio moral. por apoio moral devemos entender cerveja na noite antes da prova e jogo da verdade (era verdade ou consequência, mas entre três barbados ninguém pedia consequência) que revelou algumas das verdades mais escabrosas de todos os tempos. de toda forma, passei no concurso e até fui chamado.
acima segue um som que era trilha sonora desses tempos.

domingo, 20 de março de 2011

e só não teve arco-íris porque não choveu


hoje fez um dia como há muito não se via em porto alegre. céu de brigadeiro e temperatura amena. também teve outra coisa incomum para a cidade: programação cultural gratuita. quem se deu bem aqui em casa foi o theo que pela primeira vez foi ao teatro. assistimos o mágico de oz no novo teatro do dc navegantes - que, aliás, é bem legal. o gurizinho nem piscou durante a apresentação e assistiu tudo sentado no meu colo.
não sei como funciona a coisa em outras capitais, mas é uma pena que ir ao teatro tenha se tornado um programa tão caro por aqui. ver um show ou assistir a uma peça e ter o contato com o artista causa sempre uma emoção menos pasteurizada, embora eu também seja fã do cinema e da televisão.

ps.: essa função do teatro também me fez lembrar de um som ultra-foda.
ps2.: sempre achei os macacos voadores da bruxa má do oeste o máximo!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

tchá tchá tchá ou na levada do axé (dia 4)




descobri uma coisa que só de sentir o cheiro me revolta o estrombo: suco de cajú. o tim maia tava pra lá de bagdá quando fez a música. de resto, tava tudo bem bacana. teve recorde de cerveja barata (devassa por 3,50) e um rango inacreditável - que até é pecado chamar de rango - num lugar chamado paulo pescador, mandei um bobó de camarão.
tava pensando que, apesar dele não entender isso direito, fico feliz de poder levar o theo pra ver uns lugares diferentes de vez em quando já tão novo. a minha esposa pensa assim também, eu acho.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

tchá tchá tchá ou na levada do axé (dia 3)

hoje ficamos pelo hotel, fomos à praia, dormimos, tomamos banho de piscina e ouvimos algumas boas do theodoro. em uma delas, ele tava brincando com um daqueles canudinhos que dobram fazendo de conta que era uma arma. aí ele me disse:

- eu sou o cara de você!
- você é quem?
- o seu cara!
- ah tá.
- cara, vamos matar aquele bicho.
- que bicho?
- a mamis!

na piscina, rolou um som que fazia uma cara que eu não escutava. lá vai.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

tchá tchá tchá ou na levada do axé (dia 2)




hoje teve carro alugado, passeio no centro histórico de porto seguro, devassa de 600 ml por menos de cinco reais na beira da praia de mundaí, uma bandinha rápida na praia de mucugê ao final da tarde e uma super muqueca de peixe. também teve uns 27 esporros no theodoro que, aliás, se auto-denominou capitão do carro alugado. eu também era capitão e a mãe dele era a senhora. a super moral das férias é encher o bucho no café da manhã e jantar cedo pra grana render mais, porque o rango aqui é caro pra cacete. putz, também rolou o supremo clichê do gaúcho que não lembra que tá fora do estado e fala em dez pila e fica sendo olhado pela atendente com uma cara de quem não entendeu picas.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

tchá tchá tchá ou na levada do axé (dia 1)




hoje começaram de verdade as minhas férias, com toda a família e longe de casa, como devem ser as férias de qualquer vivente. pra variar, elas já começaram com uma ultramastermega3000 atucanação. nós deveríamos sair de porto alegre às 13:30 para chegar às 15:10 em são paulo e então fazer uma conexão para porto seguro. muito de acordo com o padrão de qualidade da gol linhas áereas, os caras do check-in já nos deram um horror, dizendo que a nossa conexão foi transferida para outro voo, que só sairíamos de são paulo às 22:40 ao invés de 15:50, que ia ser uma fudição generalizada porque perderíamos a última balsa para o arraial d'ajuda e ficaríamos em "acomodações" da companhia aérea e outras coisas apocalípticas desse mesmo nível. mas, na real, o que aconteceu é que chegamos com uma pontualidade britânica e nada do armageddon houve. foi só pra manter os índices de tensão que o pessoal tá acostumado.
mas tá tranquilo, porque tô sentado numa espreguiçadeira na frente da piscina enquanto escrevo isso e, melhor ainda, na bahia, onde a palavra tensão só serve para rimar com paixão, curtição, pegação ou negão em uma música de trio elétrico. agora vou lá que isso tudo me deu uma leseeeeeeeeeeeeeeeeira.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

ei, toby, vai tomá no...

o theodoro teve um trabalhinho da escola para fazer que era levar o mascote da classe (um cachorro de "pelúcia" chamado toby) para casa e relatar num caderninho (eu no caso, porque ele só tem três anos e não sabe escrever) como tinha sido o dia com ele. aí, para fazer uma linha como os outros pais, escrevi um monte de baboseiras supervalorizando umas reaçõezinhas do piá com o bicho.
mas se fosse para ser sincero como eu gostaria, deveria ter escrito que o theodoro arrastou o toby pelas orelhas, não deu a menor bola para ele quando chegou em casa e assistiu "a era do gelo" pisando na cabeça dele. mas como os outros pais e as professoras já nos tiram meio pra loucos, achei melhor não fazer isso. as convenções sociais são uma merda mesmo.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

qual uma abóbora rachada



logo que o theodoro nasceu, faltava um pouco mais de um mês para eu entrar em férias, exatamente nessa época. isso queria dizer que eu precisava deixar a minha esposa e o meu filho recém nascido em casa. isso me deixava inseguro por culpa de deixar a debora sozinha com o theo, além da preocupação de todos estarem bem, tanto ele como ela. aí, no ônibus, eu botava os fones e rolava esse som acima no mp3 (velhos tempos em que dava para ir trabalhar de ônibus) e eu me lavava chorando. chegava na escola com a cara inchada, o pessoal me tirando pra louco.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

virulência

quero fazer aqui um pedido público de desculpas para minha esposa. é que eu fico muito puto da cara com algumas coisas e a coitada acaba aguentando os ataques de pelanca que eu tenho. mas sério, tem algumas coisas que me deixam tão furioso que eu fico cego de raiva. não consigo tolerar quem se faz de louco pra andar de ambulância.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

casal soneca


a minha esposa e eu formamos um casal peculiar: eu durmo e durmo e tô sempre cansado, enquanto a senhora muchacho tá sempre cansada porque não dorme mesmo. sossega leão na gente.

domingo, 24 de outubro de 2010

pequenas prioridades

como esses últimos tempos tem sido meio difíceis aqui em casa, tenho me sentido meio "reclamão". pensando nisso, fiz uma pequena lista de coisas que são importantes para mim. são elas:

- um gibi ou um livro novo para ler;
- sair pra tomar uma cerveja e conversar;
- assistir um filme;
- comer a abóbora que a minha esposa faz;
- viajar;
- comer uma pizza;
- comprar aquelas bobagens que eu coleciono;
- jantar fora com a minha esposa.

enquanto rolar essas coisas de vez em quando e as coisas com a minha família estiverem bem, tá valendo.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

orgulho da mamãe

depoimento da minha mãe, segundo a minha esposa:

- eu nunca vi ninguém aqui de casa tchuco, só o muchacho.

quando nem a mãe alivia, é a derrota...

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

quem diria?

motivado pelos fatos recentes da vida, ando pensando muito nessa coisa de paternidade (maternidade também). é que antes de ter um filho, por mais que você saiba da trabalheira que dá, sempre fica uma imagem um pouco romântica da função. o engraçado é que aquelas cenas de propaganda da família unida rindo sem motivo até existem, mas você só consegue aproveita-las plenamente no futuro, quando o bicho já parou de pegar um pouco, nas memórias. o presente de um pai e de uma mãe é muito mais movimentado (e atribulado) que isso. na real, é sempre uma correria pra ver se comeu, se fez xixi, se tomou banho, se está bem, se está mal e entre tudo isso, as tais risadas (e uma boa parcela de choro também).
agora, se me perguntarem se ser pai ou mãe é "só" isso, digo que o principal benefício da coisa vai muito mais além. essa correria toda reveste a pessoa de um espírito prático que não conheço de outra fonte. porque se você não fez aquilo tudo que escrevi acima e mais, ninguém fará por você e o resultado ruim não ficará para depois. resumindo: se o seu filho acordou de madrugada querendo mamar, você tem que levantar e dar o bendito leite e pronto, porque certamente o pequeno não vai desistir. e, por incrível que pareça, isso faz da vida uma evento muito menos fantasioso, o que é bom, no meu entendimento.
portanto, se você está paralisado por uma série de questões existenciais, vai lá ter um filho pra ver onde elas vão parar. por experiência própria, uma vida de acontecimentos é muito melhor - ainda que mais difícil - que uma vida só de ideias.

ps.: como dizem que "se conselho fosse bom não era de graça", podem me mandar um email para que eu passe os dados da minha conta na caixa econômica federal.