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domingo, 14 de agosto de 2011

terça-feira, 9 de agosto de 2011

uma constatação triste

fora o "conhecimento humano" que ganhei no trato com os alunos, posso dizer que aprendi pouca coisa nessa profissão de professor. no mais, aprendi a ceder: "não se mate por eles", "não entra em conflito com o teu colega, mesmo que esteja certo", "não seja tão otimista"...

ps.: aprendi um pouquinho de cinismo também.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Papinho

É contraditório, eu sei, mas eu tenho uma idéia sobre esse lance de trabalho e profissões. Na minha opinião existe umas 3 ou 4 profissões que são realmente importantes à humanidade, o resto poderíamos passar muito bem sem. E destas, descartáveis, acho que a minha é uma das top "podemos viver sem". Eu faço criação gráfica. Quem na verdade, na verdade, precisa de um folder? De um painel? De um outdoor?

É complicado isso, porque eu acho que, de verdade, grande parte das profissões são um grande engodo. Eu tenho vontade de rir das pessoas fazendo reuniões e se levando super a sério, como se estivessem dando passos importantes ao desenvolvimento da humanidade (não que isso seja uma verdade universal, é apenas a minha opinião). Não que eu seja radical, mas o pessoal se leva muito a sério. Nesse ponto, invejo um pouco o meu colega de blog, porque penso que ser professor, se é foda pela total falta de retribuição financeira, acho que rola uma recompensa espiritual ao menos. Invejo os médicos e os engenheiros, e algumas outras profissões que acho que são recompensadoras.

Nãs sei se isso é só eu me esculachando por alguma razão que minha (rasa) auto análise psicanálitica não encontra resposta. Mas só sei que é assim (isso era bordão de alguma coisa que não me recordo).

músicas para ser feliz (parte 1)



ouvi dizer que tem gente vaiando aquele clipe que anda rolando da banda mais bonita da cidade porque eles são muito felizes no vídeo. caralho! felicidade anda tão escassa que quando aparece a galera reclama. vão se catar! se é pra vaiar, que seja por não gostar da música.
eu, particularmente, até que tento ser feliz sem ressalvas. tá certo que isso não acontece muito, mas eu tento. a despeito da minha personalidade ranzinza, não vejo problema nenhum em felicidade em excesso, em pieguice e em outras coisas correlatas. desde que seja sincero, acho bem bacana. gosto de fazer declarações de amor e amizade, de ver filmes e sair achando que as coisas podem ser diferentes e me arrepio todo escutando algumas músicas. é difícil falar de emoções afloradas, mas o certo é que quando elas não existem na nossa vida, alguma coisa vai mal.
vou postar algumas músicas que "tocam fundo" (com todo o respeito) ou com alegria demais, como a da banda mais bonita. para quem se emociona por nada, como eu, é um arrepio garantido. para quem fica puto com isso, a certeza de que a sua indignação nos diverte.

domingo, 8 de maio de 2011

mais uma para a nossa causa

aê, primo distante. mais um argumento para provar que os anos 90 é que eram legais. os caras tiveram a brilhante ideia de pegar aquelas bandas que já eram foda e botar ele todos a tocar violão e deixar tudo mais foda ainda. saía umas coisas tipo o kiss unplugged que era, por que não dizer de novo, foda.
fala sério! o kiss é brega a dar com pau, mas bota esse som do post pra tocar pra gatinha e fala se não é sucesos garantido?! claro que sim! só não pode deixar ela assistir o vídeo porque o paul stanley sem pintura na cara é o maior anti-afrodisíaco já surgido na face da terra. mas como todo fã do kiss deve saber, kiss sem pintura na cara era coisa dos anos 80.



ps.: esse acústico deve ter sido meio foda para os outros caras que tocavam com o paul stanley e o gene simmons. imagino eles fazendo toda aquela onda pra no final do show rolar uma coisa do tipo "valeu pessoal, mas a galera tá mesmo afim é do ace frehley e do peter criss".

terça-feira, 3 de maio de 2011

serenismo

quero lançar aqui uma nova filosofia de vida, o serenismo. esta tem como princípio básico a serenidade. chega de atender três celulares ao mesmo tempo, chega de não ter tempo para nada, chega de urgência. a maioria das pessoas que eu conheço estão a maioria do tempo alteradas por algum motivo, seja por causa do chefe, do colega de trabalho, do vizinho ou de um desconhecido. o resultado disso são olheiras, a falta de saco para aquilo que importa e discursos desnecessários intermináveis. sugiro aqui alguns mandamentos do serenismo:

1º - dar às coisas a importância devida;
2º - estar atento às pessoas inteligentes e ser condescendente com as antas;
3º - não reclamar da vida em vão;
4º - não forçar intimidade;
5º - não discursar em vão;
6º - trabalhar somente durante o expediente;
7º - se manifestar somente com a intenção de ajudar em algo;
8º - só criticar quando a crítica for mais útil que ficar quieto;
9º - reservar sua paciência para aqueles que realmente precisam dela;
10º e mais importante - ficar frio.

pode ser que a minha filosofia seja um plágio de outras, talvez até no nome, mas na minha pode comer de montão e tomar um trago de vez em quando.

terça-feira, 19 de abril de 2011

what?

quando ouvi falar do projeto do deputado carrion de restringir o uso de palavras estrangeiras no rio grande, até achei bacana, embora inócuo. sempre achei um saco aquelas pessoas que, na tentativa furada de conseguir algum tipo de distinção, dizem que precisam de um feedback no lugar de um retorno, ou que querem printar alguma coisa ao invés de imprimir. para alguns, parece que ter algum vocabulário do inglês, por exemplo, dá a aqueles que o usam a mesma sofisticação que alguém que mora em nova iorque tem (ou não). daí eu vi que o deputado queria que trocassem mouse por rato e já deixei de simpatizar com a causa.
aliás, a forma como algumas pessoas se expressam mostram muito uma certa "carência" que sentem. o caso clássico disso é o ambiente de trabalho. quanto maior o uso de termos técnicos desnecessários, maior é a necessidade de pedir um esclarecimento. para se sentirem necessários, alguns começam a falar em código para que possam traduzir para os leigos o seu conhecimento. no meu trabalho, por exemplo, existem os n.e. (alunos com Necessidades Especiais, óbvio) e as h.b. (as Hora Bunda, aquele tempo que é usado para "planejamento").

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Um assuntinho espinhoso

Faz tempo que estou com esse assunto na cabeça, e de verdade, ainda não consegui encontrar uma resposta. Vamos a ele. No carnaval, em meio a uma cervejinha e outra, peguei um livro dum amigo meu para ler. Era uma seleção de entrevistas da Playboy. Boa leitura pra prainha. Eu podia pegar apenas uma entrevista aleatoriamente, sem precisar seguir a narrativa e a temática normalmente era a mesma: fama, drogas, mulheres, festas e realizações artísticas. Eis que, me deparo com a entrevista do Spike Lee, lá nos anos 90, logo quando ele estava despontando. E o nosso amigo Spike falou uma coisa que ficou martelando na minha cabeça - para ele preconceito é difetente de racismo. E ele avisa pra tomarmos muito cuidado com isso. O carinha disse que preconceito para ele tudo bem, cada um tem sua opinião e mesmo que não gostemos, dane-se. O problema é o racismo, é quando o preconceito é institucionalizado. É a ação. Isso me veio a cabeça outro dia, quando estava almoçando num bar em que o dono, um carinha que sempre fica fazendo piada de negrão, e é, em tese, racista. No entando, a única funcionária dele é negra, e eles, ao que parece, tem um relacionamento ótimo. Fiquei pensando, que, como sempre o vilão da história, a aura do politicamente correto cobrou seu preço nesse assunto também. Ao longo dos anos 90, e começo dos anos 00, foi-se criando o esqueleto do que temos hoje. Temos que cuidar o que falamos, embora,no âmago, pensamos. Em vista do que li, e do que vi, acho que estou criando uma nova concepção da coisa. Pode ser que eu esteja totalmente errado, e pode ser que eu esteja falando, e pensando, merda, mas hoje acho que prefiro alguém que fale como se fosse preconceituoso, mas que aja de forma não racista. Como a do cara, dono do bar que deu emprego a um negro. Esse assunto é meio foda, e não me sinto muito a vontade pra escrever, embora o fiz agora, porque acho que tem muitas lacunas na forma como ele deve ser abordado e eu não tenho a menor convicção de como a coisa deve ser. Mas acho que é bem importante a gente pensar nisso, porque muito mal já foi feito em nome dessa merda toda.

segunda-feira, 28 de março de 2011

um paradoxo?

tem uma coisa que eu acho muito curiosa: quanto mais introspectiva é a pessoa, mais ela fantasia sobre a sua própria capacidade "destrutiva", falo isso por experiência própria. nunca fui de ficar de muito papo com os outros, não necessariamente por timidez (sou tímido também) e sim por desconfiança (popularmente também chamada de chatice).
hoje em dia até que eu consegui ultrapassar a barreira de bicho do mato convicto, até falo com as pessoas dentro de uma certa normalidade. mas teve um tempo que eu praticamente rosnava para os outros, e essa distância acabava me tirando a verdadaira noção do "peso" das minhas palavras. por exemplo, eu achava que não era possível ter uma conversa franca com alguém porque talvez fosse magoar demais a pessoa com aquilo que eu dissesse.
essa falta de percepção é duplamente ruim, porque acaba te fazendo crer que você tem um poder que na verdade não possui e, obviamente, te afasta de tudo. na base de muita porrada, agora consigo ver que as minhas palavras (e as de qualquer um) podem magoar muito, irritar ou até mesmo ser ouvidas com indiferença, mas serão melhores que colocar o resto do mundo à margem e ficar tentanto adivinhar o que os outros pensam ou sentem.

ps.: mesmo com todo esse progresso, continuo acreditando na máxima que diz que as palavras só valem a pena quando forem melhores que o silêncio.

domingo, 27 de março de 2011

e também quero um


o theo veio ver um pouco da corrida comigo hoje de manhã:

- pai, aquele vermelhinho ali é meu.

também queria um vermelhinho daqueles.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Nem me lembro do último

Faz tempo que não vejo um filme arrebatador. Daqueles que depois de visto, a gente ainda fica meio olhando pro nada tentando dar conta do que se passou. Nem consigo me lembrar qual o último. Essa semana senti falta de ver um filme desse tipo. Bem que poderiam fazer um, não acham?

ei! tô aqui!

os modestos que não se façam de salame! o ser humano vive em busca de reconhecimento. a questão é que uns só não gostariam de passar a vida em branco e ser notados, enquanto outros esperam trombetas e ovações por tudo.

ps.: reconhecimento e aprovação também.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

entre o céu e a terra


eu sempre tive uma percepção meio supersticiosa sobre o destino. claro que os únicos que não tem uma percepção supersticiosa sobre o destino são aqueles que não acreditam nisso, mas digo isso por causa de um livro que eu li nas férias.
2666, do roberto bolaño, conta cinco histórias bastante diferentes que vão de discussões acadêmicas sobre literatura na europa até as dezenas de assasinatos que acontecem em uma cidade do méxico e que acabam se cruzando de uma forma ou de outra. a forma como essas histórias se cruzam é que me fizeram pensar sobre o destino.
sempre imaginei como somos afastados ou aproximados de coisas e pessoas pelos motivos mais insondáveis e sempre achei que, ainda que de uma maneira bastante ilógica, os nossos atos contribuem para isso. e isso acaba definindo o meu comportamento ou o daqueles que pensam como eu, mesmo que indiretamente ou de forma não proposital.
agora, lendo o livro e filosofando um pouco, é de pensar que aqueles que sempre querem enxergar um "sinal" em tudo acabam os achando em coisas que talvez só façam sentido naquela loucura particular de cada um. talvez vivamos uma sequência de fatos aleatórios ou, pelo menos, ligados de forma menos dramática do que possamos supor e o destino seja apenas uma espécie de "fazer literário" de cada um.
quem já leu o 2666 há de concordar comigo que é um pecado escrever um texto tão piegas para falar de um livro tão bom e por isso, deixo a dica para que outros leiam e quem sabe dividam comigo as impressões que tiveram. li 2666 devagarinho para não gastar as páginas - que são umas 850, aliás - e descobri um novo herói. roberto bolaño virou ídolo.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

teorias

quando eu tinha uns 12 ou 13 anos, não me passava pela cabeça que todas as pessoas pudessem ser diferentes, salvo os gêmeos. eu fazia o seguinte raciocínio: em algum lugar do planeta, no presente ou no passado, deveria existir alguém exatamente igual a mim, pelo menos na aparência. o mesmo deveria acontecer com todo o mundo. é meio louco, mas ia ser legal estar viajando pelo turcomenistão e passar por um cara igualzinho a você. isso me divertia na época.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

funai

pra mim, só existem dois tipos de roupa: a de sair e a de ficar em casa. as roupas de sair podem se dividir em algumas sub-categorias, como a de trabalhar, a de tomar cerveja, a mais arrumada... já a de ficar em casa só pode ser caracterizada de acordo com o clima: a do calor e a do frio.
as minhas roupas de ficar em casa no calor envolvem um rol restrito de peças. são uns dois calções de futebol velhos, daqueles que os índios costumam usar nos assentamentos da funai, e, para ocasiões mais singelas, as minhas cuecas mesmo. as de frio compõem um vestuário mais sofisticado. para começar, contém itens de antiquário, já que nenhuma das minhas calças de moleton tem menos de dez anos. completam o figurino camisetas velhas de bandas de metal, meias com o elástico cansadinho e o tradicional moleton que, de tão usado, parece ser uns dez números maior.
algumas vezes, umas roupas migram de uma classe para a outra. ou melhor, migram da seção das "de sair" para as "de casa", porque o contrário ainda não aconteceu. também acontece das roupas de ficar em casa serem utilizadas para sair, devido a preguiça de trocar para ir à padaria. agora, o que não acontece de jeito nenhum é usar as roupas de sair para ficar em casa. depois de um dia inteiro de trabalho ou de um passeio ou o que for, não aguento ficar mais de cinco minutos encilhado.

domingo, 23 de janeiro de 2011

ah, revolução francesa...

das muitas coisas que me irritam, as campeãs são todas aquelas que dizem respeito ao comportamento das pessoas ("questões atitudinais", segundo um colega meu). se tem uma coisa que me emputece é o ser humano em contato com outros, especialmente quando diferentes "estratos sociais" se encontram.
umas das principais revoluções sociais da história, a revolução francesa, foi importante para o final da relação entre nobreza e plebe como modelo de sociedade. desse processo saiu fortalecida a burguesia e desta surgiu o fenômeno mais irritante de todos os tempos: o "novo-riquismo". puta que pariu! não existe pessoa mais abjeta que o "novo rico"! ele consegue ser ainda mais odioso que o verdadeiramente rico, porque este, pelo menos, está tão envolto em "exclusividade" que só percebemos sua existência pela revista caras.
o novo rico, não. este faz questão de andar pelos shoppings com cara de enfado e duzentas e cinquenta sacolas nas mãos. este não olha ninguém diretamente no rosto, mas está sempre atento se está sendo observado. este não para na placa de pare porque seu carro é infinitamente mais caro que o do motorista com a preferência. e isso gera uma reação em cadeia.
diferente da revolta popular durante o terror na frança, a cousa acontece de uma maneira mais tácita. a "galera" agora tenta ser como aqueles que tem mais poder aquisitivo, ao invés de se rebelar contra ela. o reflexo disso é o fodido que por qualquer merdinha quer estourar uma champanhota, a fixação do estudante estagiário que ganha meio salário mínimo em ir lavar pratos em londres, o marrentinho da periferia e por aí vai.
e vai por esse caminho porque a questão fundamental nessa história não se trata da quantidade de dinheiro adquirido, mas sim de "o que os outros vão pensar de mim"? na "pós-modernidade", não interessa aquilo que eu acho importante, mas aquilo que vai me fazer ser admirado ou invejado pelos outros.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Depende do dia

Outro dia o Muchacho e eu escrevemos sobre como varia nossa vontade de escutar x ou y músicas dependendo do estado de espírito do momento. E o que eu acho mais engraçado disso, é que num dia o cara escuta um som super da curtição tipo, sei lá, Detroit Rock City e no dia seguinte já escuta uma música totalmente deprê e profunda tipo The Smiths, isso em menos de 24 horas. Bipolaridade refletida na música, só pode.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

um breve protesto

faço um pequeno protesto contra a exorbitante quantidade de pentelhação e incomodação que vêm se tornando habituais à vida da minha família. pô, destino ou quem quer que toque essa xonga, dá uma aliviada aí que tá judiado.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

batatíssima

falando no steinbeck, não foi a primeira vez que eu fui comprar um livro tendo a certeza de que ia curtir pra cacete. rolou também com o coetzee e com o bioy casares, nos últimos tempos. sei lá o que acontece, mas a sensação de "satisfação garantida ou seu dinheiro de volta" é batata com alguns autores. acho que isso deve acontecer isso com todo mundo e com outras coisas, além de livros. será?

domingo, 24 de outubro de 2010

Ídolo


Eu já falei mil vezes o que me encanta no futebol. É a história, o mito. Título tem todo o santo ano. Até o Once Caldas uma vez ganhou a Libertadores, e o Porto foi campeão da Champions League. O que fica de mais importante, e é no que eu me colo, são as histórias que ficam. E como é bom ter um ídolo. Ano retrasado, o Grêmio foi segundo colocado no campeonato brasileiro, com um time totalmente meia boca e o Celso Roth era vaiado todo santo jogo.
Hoje, o Grêmio é 8° na tabela, e tem nego falando em título (escrevo isso pós grenal, empate com gostinho meio amargo). Porque? Porque tem um ídolo comandando um time.
Acho que isso tem muito a ver também com a eleição que vai rolar. O Lula é um ídolo, mesmo quem não gosta dele, acho que deve considerar o cara como uma figura importante. E agora temos dois candidatos que, nem de sombra, possuem a mesma aura que o Lula tem. O Brasil pode virar até um país melhor, mas acho que a crença, vai esmaecer. No caso, era como se o Renato saísse ano que vem. Nossa força ficaria abalada. A crença falharia.
Vocês podem ter certeza de uma coisa, uma vitória parece mais vitória, e mais heróica, e mais tudo, quando o time tem ídolo(s). É aí que é feita a história. Vou escrever uma coisa que não sei se rola entre os colorados, ou se é só descornamento de gremista, mas por exemplo, me parece que esse título do Inter, da Libertadores desse ano, ficou meio xoxo. Tipo, o Inter teve para perder muitas vezes, trocou o técnico, sequer tinha um time, e meio q do nada ganhou. Sei lá, até a repercussão ficou meio estranha. Acho que é sídrome de Roth.
Na minha opinião é importante o dirigente saber disso. Hoje, mesmo que o Grêmio não se classifique para uma Libertadores, nós, podem ter certeza, estamos contentes.

PS: Já começo a curtir o André Lima.