Mostrando postagens com marcador folk. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador folk. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 18 de abril de 2011

como se tornar um muchacho em cinco discos


foi quando eu aprendi a ser revoltadinho. ainda tava perigando virar pagodeiro e um primo me mostrou o disco para escutar. o pessoal lá em casa sofreu um pouquinho.


já tinha sido apresentado ao iron maiden e outras coisas do gênero e até achava legal. mas quando vi o angus young batendo cabeça e aquele gritedo do brian johnson foi uma revolução. na época que a galera era do metal, punk ou grunge, me surgiu o hard rock para a salvação.


uma verdadeira redenção na minha vida. com o neil young descobri que o cara não precisava ser ultra foda e agressivo para ser legal. um verdadeiro amadurecimento musical.


inaugurou uma das minhas verdadeiras paixões musicais: a música com instrumentos de sopro. já escrevi isso, basta ter uma corneta que já tem boas chances de cair no meu agrado. e o mighty mighty bosstones - descoberto por acaso - foi o primeiro contato com um vício musical que eu tenho: o ska
.

o big bad voodoo daddy me mostrou que eu podia gostar do mesmo tipo de música que o meu avô sem ser igual a ele ("velho", na minha cabeça de adolescente). também abriu caminho para o interesse por outros gêneros que não estivessem relacionados de alguma forma ao rock. já gostava de alguma coisa desse montão que a gente chama de mpb, mas não posso dizer que estes tenham me influenciado de verdade.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

segunda-feira, 17 de maio de 2010

arrego no vinil

nessa banda que demos em são paulo, um amigo me levou numa loja de lp's que era massa, muito boa. tinha para todos os gostos e preços. eu, pessoalmente, levei cinco bolachões pra casa. são eles:


(tom petty & the heartbreakers: let me up)


(elvis costello: king of america)


(ac/dc: blow up your video)


(neil young: old ways)



(red hot chili peppers: under the bridge)

o nome do sebo se chama faunus, o vinil mais caro que comprei custou R$ 18,00 e o mais barato custou R$ 5,00. claro que tinha uns que custavam mais de cem mangos, mas isso é outra história...

segunda-feira, 26 de abril de 2010

there comes a time



pra quem não sabe, o som que eu mais curto é o do neil young. já escuto faz uma cara e não enjôo nunca.
eu conheci sua música através dos meus tios que me emprestaram um disco ao vivo, o "rust never sleeps". dessa forma, depois fui conhecendo aos poucos os discos de estúdio. me lembro da primeira vez que escutei "comes a time" gravado. meu, fiquei meio paralisado, escutei umas seis vezes seguidas a música. eu já tinha escutado a versão do show (que também é muito foda), mas quando escutei aqueles violinos meio desengonçados, fiquei muito de cara.
esse foi um dos pequenos momentos (porque também existem os grandes) mais incríveis da minha vida.